Balada Manifesto

Sobre 

nós

O Grupo Fragmento Urbano é um grupo de dança que nasceu em 2009 da inquietude de jovens advindos da periferia da Zona Leste de SP que traziam como ponto de interesse comum a criação de espetáculos a partir da linguagem das Funk Styles (Hip Hop) para intervenção urbana. Compreendendo a dança como um campo de pesquisa amplo e profundo, atualmente as pesquisas para criação se concentram na investigação de uma corporeidade periférica, afro-diasporica, ameríndia, plural e potente. Trata-se de um princípio do grupo a circulação pelos mais variados locais de zona urbana, vivenciando em cada um deles o público transeunte distinto, pois o espetáculo é fomentador da pesquisa continuada do grupo que busca encontrar na heterogeneidade social, étnica e cultural estimulo para a composição.
O grupo tem em seu histórico seis montagens de intervenção urbana: “Breaking de Repente” (VAI -2010/ Proac Hip Hop 2010), “Duoelo” (2013); “Relações Possíveis” (2014), “Encruzilhada” (2016), “Esquina” (2019),  “Balada Manifesto”(2019), a performance virtual "Espaço seguro para estar em risco" (2020) e um espetáculo para caixa preta: “Chão que me Cabe” (2014 – em parceria com o NUCCA). Em seu histórico, já foi premiado com o Edital do VAI 2009 e 2010, Proac Hip Hop 2010, Fomento a Dança da cidade de São Paulo, 2015 e 2017, Proac Circulação em Dança em 2019. Recebeu o prêmio APCA 2016 categoria "Revelação em Dança", realizou residência internacional em 2015 no projeto “Avizinhações”, em Maputo-Moçambique, e em 2020, participa da residência “Balao: creación en residência” com diversos artistas latino-americanos, a partir de Quito-Ecuador, em isolamento social.

Compreendendo a importância dos registros e do arquivamento da produção de conhecimento criado em dança, o grupo possui o documentário "Encruzilhada: as marcas de um processo" dirigido por Aline Senzi e Mariana Midori e a publicação do livro "Fragmentos de uma Encruzilhada" com textos escritos por integrantes do grupo e convidades como Luciane Ramos-Silva, Renata Lima, Eduardo Dialético, entre outres, com organização de Douglas Iesus, Anelise Mayumi e Fernanda Cruz. 
Trata-se de um princípio do grupo a circulação pelos mais variados locais de zona urbana, vivenciando em cada um deles o público transeunte distinto, pois o espetáculo é fomentador da pesquisa continuada do grupo que busca encontrar na heterogeneidade social, étnica e cultural estimulo para a composição.

Atualmente o grupo é dirigido por Douglas Iesus, com apoio de Anelise Mayumi e Tiago Reis.

identidade organizacional

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MISSÃO

A missão do Grupo Fragmento Urbano é dançar na rua promovendo uma vivência de arte
acessível e possível.

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VISÃO

Ser uma referência na criação e difusão em dança a partir do que a quebrada produz,
circulando pelos mais variados locais das zonas urbanas mundiais.

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VALORES

A responsabilidade social e política é o nos move, por isso produzimos dança respeitando as
diferenças, despertando empatia, reconhecendo e valorizando nossas raízes afro-brasileiras e
indígenas.

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